DR. THIAGO MIRANDA TREDICCI

Cirurgia de Refluxo em Goiânia

Fundoplicatura por videolaparoscopia para refluxo gastroesofágico que não melhora com remédio e para hérnia de hiato, com avaliação por endoscopia, pHmetria e manometria antes de qualquer decisão cirúrgica.

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Cirurgia de refluxo em Goiânia
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Cirurgia antirrefluxo especializada

Tratamento do refluxo gastroesofágico com técnica segura e resultados duradouros.

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Atendimento humanizado

Explicações claras e suporte contínuo em todas as fases do tratamento.

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Técnicas modernas

Videolaparoscopia quando indicada e recuperação assistida com equipe multiprofissional.

Sobre o especialista

Dr. Thiago Miranda Tredicci

Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

Experiência em cirurgia antirrefluxo e hérnia de hiato, com avaliação detalhada, planejamento individualizado e integração com equipe multidisciplinar.

Saiba mais sobre o atendimento do cirurgião especialista em aparelho digestivo ou agende uma consulta com o gastroenterologista para refluxo em Goiânia.

Veja também as especialidades em cirurgia do aparelho digestivo.

Sobre o gastrocirurgião Dr. Thiago
Dr. Thiago Miranda Tredicci

Etapas do cuidado: do diagnóstico ao seguimento

Fluxo organizado para cirurgia de refluxo em Goiânia, com suporte em todas as fases.

1

Agendamento da consulta

Contato inicial para organizar avaliação clínica e exames prévios.

2

Consulta especializada

Investigação de sintomas, histórico e definição da estratégia diagnóstica.

3

Exames e avaliação

Endoscopia, pHmetria e exames de imagem conforme a necessidade.

4

Planejamento cirúrgico

Definição da técnica, incluindo fundoplicatura quando indicada.

5

Cirurgia de refluxo

Correção do refluxo gastroesofágico e, se necessário, hérnia de hiato.

6

Internação e recuperação

Cuidados hospitalares com equipe multiprofissional e controle de dor.

7

Alta com orientações

Plano de cuidados, dieta e retorno programado para segurança.

8

Acompanhamento contínuo

Seguimento cirúrgico e ajustes clínicos para resultados duradouros.

Quando a cirurgia de refluxo é indicada

O refluxo gastroesofágico acontece quando a válvula entre o esôfago e o estômago (esfíncter inferior) não fecha bem e o ácido sobe. Azia, queimação, regurgitação, tosse noturna e rouquidão são os sintomas mais comuns. A maioria das pessoas controla o quadro com mudança de hábitos e medicamentos inibidores de bomba de prótons, como omeprazol e pantoprazol. Quando o quadro vem com falta de ar do refluxo, a investigação precisa afastar causas pulmonares e cardíacas antes de atribuir o sintoma ao estômago.

A cirurgia de refluxo entra em cena quando o tratamento clínico falha ou quando a pessoa não quer depender de remédio pelo resto da vida. Também é indicada quando existe hérnia de hiato volumosa, esofagite grave, estenose ou esôfago de Barrett, que é a alteração do revestimento do esôfago com risco de evoluir para câncer.

Como é feita a fundoplicatura por videolaparoscopia

A técnica mais usada é a fundoplicatura de Nissen: o fundo do estômago é enrolado ao redor da parte final do esôfago, criando uma válvula nova que impede o refluxo. Quando há hérnia de hiato, o estômago é reposicionado no abdômen e o orifício do diafragma é fechado com pontos, às vezes reforçado com tela. Tudo por videolaparoscopia, com cinco incisões pequenas, em cerca de 1 a 2 horas.

Existem variações, como a fundoplicatura parcial de Toupet, indicada quando a manometria mostra o esôfago com contração fraca. A escolha da técnica é feita com os exames em mãos, e não no centro cirúrgico. É essa avaliação prévia que separa uma cirurgia de refluxo com bom resultado de uma cirurgia que dá disfagia depois.

Nos últimos anos surgiram alternativas endoscópicas e o esfíncter magnético, mas a fundoplicatura continua sendo o procedimento com maior tempo de acompanhamento e melhor previsibilidade para refluxo grave e hérnia de hiato.

Exames necessários antes da cirurgia de refluxo

Ninguém deve operar refluxo sem três exames: endoscopia digestiva alta, para ver esofagite, hérnia e Barrett; pHmetria de 24 horas, que mede quanto ácido realmente sobe e confirma que os sintomas são de refluxo; e manometria esofágica, que avalia a força do esôfago e define o tipo de fundoplicatura. Em hérnias grandes, a tomografia ou o raio-X contrastado ajudam a planejar.

O preparo inclui jejum de 8 horas, ajuste de medicações e avaliação anestésica. Parar de fumar e perder peso antes da cirurgia melhoram o resultado, porque obesidade e tabaco aumentam a pressão sobre a válvula nova.

Recuperação após a cirurgia de refluxo

A internação é de 1 a 2 dias. Nas primeiras 2 semanas a dieta é líquida e pastosa, porque o esôfago fica inchado onde a válvula foi feita, e engolir sólidos pode ser difícil. A partir da terceira semana, a alimentação vai progredindo. Sensação de estufamento e dificuldade de arrotar são comuns no início e melhoram em 2 a 3 meses.

Trabalho leve em 1 a 2 semanas; esforço físico em 4 semanas. A grande maioria dos pacientes deixa de precisar de medicação para azia. Complicações são raras: sangramento, infecção, disfagia persistente (menos de 5%) e, com o passar dos anos, a válvula pode afrouxar em uma parcela pequena dos casos, o que às vezes exige reoperação.

O acompanhamento continua com consulta em 30 dias, 6 meses e 1 ano. Quem tinha esôfago de Barrett segue fazendo endoscopia de controle mesmo depois da cirurgia.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de refluxo em Goiânia.

Quem tem hérnia de hiato precisa operar?

Só quando a hérnia causa refluxo que não responde a remédio ou quando é volumosa, com parte do estômago no tórax. Hérnias pequenas e sem sintomas não precisam de cirurgia. A avaliação é feita com endoscopia e, se necessário, exame contrastado.

A cirurgia de refluxo cura de vez?

Na grande maioria dos casos o refluxo é controlado sem remédio por muitos anos. Uma parcela pequena de pacientes pode ter a válvula afrouxada ao longo do tempo, e o acompanhamento serve justamente para identificar isso cedo.

Vou conseguir engolir normalmente depois da fundoplicatura?

Sim, mas com adaptação: nas primeiras semanas a dieta é pastosa e é normal sentir o alimento descer devagar. A escolha correta da técnica, guiada pela manometria, é o que evita disfagia duradoura.

Qual o valor da cirurgia de refluxo?

O valor da cirurgia de refluxo (fundoplicatura) varia com a técnica, o hospital e o convênio. Quando o refluxo não responde ao tratamento clínico ou há hérnia de hiato, a cirurgia tem cobertura pelos planos de saúde. O Dr. Thiago atende Unimed e particular, e a estimativa de custos é apresentada na consulta, depois dos exames.

Quanto tempo de recuperação a cirurgia de refluxo exige?

A fundoplicatura por videolaparoscopia exige de 1 a 2 dias de internação. As primeiras 2 a 4 semanas são de dieta líquida e pastosa, para o estômago cicatrizar sem esforço. Retorno ao trabalho leve em 1 a 2 semanas e ao esforço físico em cerca de 4 semanas. Sensação de plenitude ao comer é comum e some com o tempo.

Preciso fazer pHmetria mesmo já tendo endoscopia?

Sim. A endoscopia mostra as lesões, mas não mede o refluxo. A pHmetria confirma que a queimação vem mesmo de ácido e quantifica o problema; sem ela, há risco de operar alguém cujos sintomas têm outra causa.

Consultório em Goiânia - Órion Business & Health Complex

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Telefone: (62) 3121-4611WhatsApp: (62) 99920-9156E-mail: thiagomtredicci@gmail.com

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