DR. THIAGO MIRANDA TREDICCI

Cirurgia de Câncer no Estômago em Goiânia

Gastrectomia parcial ou total com linfadenectomia D2 para o tratamento do câncer gástrico, com fellowship em oncologia digestiva no National Cancer Center de Tóquio e planejamento multidisciplinar de cada caso.

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Cirurgia de câncer no estômago em Goiânia
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Experiência em oncologia digestiva

Atuação em cirurgias oncológicas do aparelho digestivo com planejamento seguro e resultados consistentes.

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Atendimento humanizado

Explicações claras, cuidado próximo e suporte em todas as etapas do tratamento do câncer gástrico.

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Técnicas modernas

Cirurgia minimamente invasiva quando indicada, com foco em recuperação mais rápida e segurança.

Sobre o especialista

Dr. Thiago Miranda Tredicci

Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, com formação pela Universidade Federal de Goiás (UFG) e especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

Atua em cirurgia oncológica digestiva com foco em câncer gástrico, oferecendo avaliação detalhada, planejamento individualizado e suporte multidisciplinar.

Mais de 15 anos de experiência cuidando de pacientes com câncer no estômago em Goiânia e região, com acompanhamento próximo em todas as fases do tratamento.

Saiba mais sobre o atendimento do cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia ou agende uma consulta com o gastroenterologista em Goiânia.

Veja também as especialidades cirúrgicas atendidas em Goiânia.

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Dr. Thiago Miranda Tredicci

Etapas do cuidado: da consulta ao pós-operatório

Fluxo completo e organizado para cirurgia de câncer no estômago em Goiânia.

1

Agendamento da consulta

Contato inicial para entender sintomas, exames e organizar a avaliação.

2

Avaliação especializada

Consulta com foco oncológico e definição das próximas etapas.

3

Exames e estadiamento

Endoscopia, imagem e exames laboratoriais para indicar o melhor tratamento.

4

Planejamento cirúrgico

Definição da técnica, equipe e hospital com base em segurança oncológica.

5

Cirurgia indicada

Gastrectomia parcial ou total, conforme o estágio do tumor.

6

Internação e recuperação

Monitoramento hospitalar e controle de dor com suporte multiprofissional.

7

Alta e orientações

Plano de cuidados, dieta e sinais de atenção para o retorno seguro.

8

Acompanhamento contínuo

Seguimento pós-operatório, nutrição e integração com oncologia clínica.

Quando a cirurgia de câncer no estômago é indicada

O câncer de estômago é um dos tumores mais frequentes do aparelho digestivo no Brasil, ligado à infecção pelo Helicobacter pylori, ao consumo de alimentos muito salgados e defumados, ao tabagismo e a fatores genéticos. Os sintomas iniciais são vagos, como má digestão persistente, saciedade precoce e emagrecimento, o que atrasa o diagnóstico. A endoscopia com biópsia é o exame que confirma a doença.

A cirurgia é o único tratamento com potencial de cura quando o tumor não se espalhou para outros órgãos. Lesões muito iniciais, restritas à camada mucosa, podem ser removidas por endoscopia. Fora isso, a gastrectomia com retirada dos linfonodos é o padrão. Em tumores localmente avançados, a quimioterapia antes da cirurgia aumenta a chance de ressecção completa.

Gastrectomia parcial ou total com linfadenectomia D2

A extensão da cirurgia depende da localização do tumor. Tumores da parte inferior do estômago permitem a gastrectomia subtotal, que preserva a porção superior. Tumores do corpo alto ou da cárdia exigem a gastrectomia total, com reconstrução em Y de Roux, em que o intestino é ligado diretamente ao esôfago.

O ponto decisivo para o resultado é a linfadenectomia D2, a retirada sistemática dos linfonodos ao redor do estômago e dos grandes vasos. É a técnica desenvolvida no Japão e adotada pelas diretrizes internacionais, e foi justamente no National Cancer Center de Tóquio que o Dr. Thiago fez seu fellowship em câncer do aparelho digestivo.

A gastrectomia por videolaparoscopia é possível na maioria dos casos, com o mesmo resultado oncológico da cirurgia aberta e recuperação mais rápida. A decisão pela via de acesso considera o tamanho do tumor, cirurgias prévias e as condições clínicas do paciente.

Estadiamento e preparo antes da gastrectomia

Antes de operar, o tumor é estadiado com tomografia de tórax, abdômen e pelve, e em casos selecionados com PET-CT e ecoendoscopia. A videolaparoscopia diagnóstica pode ser feita para descartar implantes no peritônio que a tomografia não enxerga. O resultado desses exames define se a cirurgia é o primeiro passo ou se a quimioterapia vem antes.

A avaliação nutricional é essencial, porque a perda de peso é comum e a desnutrição aumenta as complicações. Suplementação por 2 a 4 semanas, controle de anemia e avaliação cardiológica compõem o preparo. Os casos são discutidos em reunião multidisciplinar com oncologia clínica e radiologia.

Recuperação e vida após a cirurgia de câncer no estômago

A internação varia de 5 a 10 dias. A alimentação é reintroduzida de forma gradual, começando por líquidos, e nas primeiras semanas as refeições precisam ser pequenas e frequentes. Após gastrectomia total, a vitamina B12 passa a ser reposta por injeção, porque o estômago era o responsável pela sua absorção.

Perda de peso nos primeiros meses é esperada e tende a estabilizar. A síndrome de dumping, com mal-estar e tontura após comer doces, é controlada com ajustes na dieta. O acompanhamento nutricional é parte do tratamento por pelo menos um ano.

As complicações principais são fístula da anastomose, infecção e pneumonia, que ocorrem em uma minoria e são tratadas quando identificadas cedo. O seguimento oncológico inclui consultas a cada 3 a 6 meses nos primeiros anos, com exames de imagem e endoscopia.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de câncer no estômago em Goiânia.

Câncer de estômago tem cura?

Sim, quando é diagnosticado antes de se espalhar e a cirurgia consegue retirar todo o tumor com os linfonodos. As chances são maiores nos estágios iniciais, por isso sintomas digestivos persistentes após os 40 anos merecem endoscopia.

O que é linfadenectomia D2 e por que ela importa?

É a retirada padronizada dos linfonodos em volta do estômago e dos grandes vasos durante a gastrectomia. Aumenta a chance de cura porque remove células tumorais que já migraram para os gânglios, e permite estadiar a doença com precisão.

A gastrectomia pode ser feita por videolaparoscopia?

Sim, na maioria dos casos, com o mesmo resultado oncológico da cirurgia aberta e menor dor e tempo de internação. Tumores muito volumosos ou aderências de cirurgias anteriores podem indicar a via aberta.

Como fica a alimentação sem o estômago?

O intestino é ligado ao esôfago e passa a receber o alimento diretamente. As refeições ficam menores e mais frequentes, com reposição de vitamina B12 para sempre. A maioria dos pacientes adapta a rotina em alguns meses e volta a comer variado.

Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de câncer no estômago?

Internação de 5 a 10 dias e retorno gradual às atividades em 4 a 8 semanas. A adaptação alimentar e a estabilização do peso levam de 3 a 6 meses, com acompanhamento nutricional durante esse período.

Preciso fazer quimioterapia antes ou depois da cirurgia?

Depende do estágio. Em tumores localmente avançados, o padrão atual é quimioterapia antes e depois da cirurgia (perioperatória). Em tumores iniciais, a cirurgia pode ser o único tratamento. A decisão é tomada em equipe com a oncologia clínica.

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Telefone: (62) 3121-4611 · WhatsApp: (62) 99920-9156 · E-mail: thiagomtredicci@gmail.com

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