DR. THIAGO MIRANDA TREDICCI

Cirurgia de Câncer no Reto em Goiânia

Excisão total do mesorreto por videolaparoscopia para câncer de reto, com preservação do esfíncter sempre que a localização do tumor permite e tratamento combinado com radioterapia e quimioterapia antes da cirurgia.

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Cirurgia de câncer no reto em Goiânia
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Cirurgia colorretal especializada

Tratamento do câncer no reto com estratégia cirúrgica segura e foco em resultados oncológicos.

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Atendimento humanizado

Acompanhamento próximo, orientação clara e suporte ao paciente e família.

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Técnicas modernas

Abordagens minimamente invasivas quando indicadas e recuperação assistida.

Sobre o especialista

Dr. Thiago Miranda Tredicci

Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

Experiência em cirurgia colorretal e câncer retal com avaliação detalhada, planejamento individualizado e integração com equipe multidisciplinar.

Saiba mais sobre o atendimento do cirurgião gastro em Goiânia ou agende uma consulta com o médico gastroenterologista em Goiânia.

Veja também as especialidades em cirurgia do aparelho digestivo.

Currículo do Dr. Thiago Tredicci
Dr. Thiago Miranda Tredicci

Etapas do cuidado: do diagnóstico ao seguimento

Fluxo organizado para cirurgia de câncer no reto em Goiânia, com suporte em todas as fases.

1

Agendamento da consulta

Contato inicial para organizar avaliação e revisar exames prévios.

2

Consulta especializada

Análise clínica, sintomas e histórico para orientar o tratamento.

3

Exames e estadiamento

Colonoscopia, ressonância pélvica e exames laboratoriais.

4

Planejamento cirúrgico

Definição da técnica, extensão da ressecção e equipe cirúrgica.

5

Cirurgia no reto

Ressecção do tumor com margens seguras e preservação funcional quando possível.

6

Internação e recuperação

Cuidados hospitalares e controle de dor com equipe multiprofissional.

7

Alta com orientações

Plano de cuidados, dieta e retorno programado para segurança.

8

Acompanhamento contínuo

Seguimento cirúrgico e integração com oncologia clínica.

Por que o câncer no reto é tratado de forma diferente do cólon

O reto é a parte final do intestino, com cerca de 15 cm, localizado dentro da pelve e cercado por estruturas delicadas: os nervos que controlam a bexiga e a função sexual, o esfíncter anal e, na mulher, a vagina e o útero. Essa anatomia estreita é o que faz o câncer de reto exigir planejamento e técnica diferentes do câncer de cólon.

Na maioria dos tumores de reto médio e baixo, o tratamento começa com radioterapia e quimioterapia, para diminuir o tumor e reduzir a chance de ele voltar na pelve. A cirurgia vem de 8 a 12 semanas depois. Em uma parcela dos pacientes, o tumor desaparece por completo com esse tratamento e é possível acompanhar sem operar, numa estratégia chamada watch and wait, que exige vigilância rigorosa.

Excisão total do mesorreto e preservação do esfíncter

A técnica padrão é a excisão total do mesorreto (ETM): o reto é retirado junto com a gordura que o envolve, onde ficam os linfonodos, num plano anatômico preciso que preserva os nervos pélvicos. É a qualidade dessa dissecção que define a chance de cura e a preservação da função urinária e sexual. Por videolaparoscopia, a visão ampliada da pelve favorece essa precisão.

Quando o tumor está a mais de 1 a 2 cm do esfíncter, é possível reconectar o intestino ao ânus (ressecção anterior baixa) e preservar a evacuação natural. Nesses casos, uma ileostomia temporária protege a costura por 2 a 3 meses, e depois é fechada numa cirurgia pequena. Só quando o tumor invade o esfíncter é necessária a amputação do reto com colostomia definitiva.

Tumores muito iniciais podem ser removidos por cirurgia transanal minimamente invasiva (TAMIS), sem incisão no abdômen, com recuperação em poucos dias.

Exames e preparo antes da cirurgia de reto

A ressonância magnética da pelve é o exame central: mostra a profundidade do tumor, a distância do esfíncter e da fáscia mesorretal e os linfonodos. Tomografia de tórax e abdômen afasta metástases, e a colonoscopia completa avalia o restante do cólon. O CEA serve de referência para o seguimento.

O preparo intestinal, a avaliação nutricional e a orientação sobre a possível ileostomia temporária fazem parte da consulta pré-operatória. Pacientes que farão estomia conhecem antes a enfermeira estomaterapeuta, o que reduz muito a ansiedade e os problemas com a bolsa.

Recuperação e função após a cirurgia de câncer no reto

A internação é de 4 a 7 dias. Com a ileostomia de proteção, o paciente aprende a cuidar da bolsa antes da alta, e o fechamento é programado após confirmar a cicatrização da anastomose com exame contrastado. Nos primeiros meses após reconectar o intestino, é comum a síndrome da ressecção anterior: evacuações frequentes, urgência e dificuldade de esvaziar por completo, que melhoram com o tempo e com fisioterapia pélvica.

A preservação dos nervos durante a ETM mantém a função urinária e sexual na maioria dos pacientes, e alterações temporárias costumam regredir em meses. As complicações mais relevantes são a fístula da anastomose, protegida pela ileostomia, e a infecção pélvica.

O seguimento inclui CEA, tomografia e ressonância periódicos, e colonoscopia em 1 ano. Nos pacientes em watch and wait, o controle é a cada 3 meses no primeiro ano, com toque retal, retoscopia e ressonância.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia de câncer no reto em Goiânia.

Câncer no reto sempre precisa de bolsa?

Não. Quando o tumor fica a mais de 1 a 2 cm do esfíncter, o intestino é reconectado e a evacuação continua natural. Uma ileostomia temporária protege a costura por 2 a 3 meses e depois é fechada. A colostomia definitiva só é necessária quando o tumor invade o esfíncter.

Por que fazer radioterapia antes da cirurgia?

Porque reduz o tumor, aumenta a chance de preservar o esfíncter e diminui a recidiva na pelve. Em parte dos pacientes o tumor some por completo, e é possível acompanhar sem operar, com controle rigoroso.

A cirurgia de reto afeta a função sexual e urinária?

Pode afetar de forma temporária. A técnica de excisão total do mesorreto preserva os nervos pélvicos, e a maioria dos pacientes mantém as funções ou as recupera em alguns meses. A videolaparoscopia ajuda pela visão ampliada da pelve.

O que é a excisão total do mesorreto?

É a retirada do reto com a gordura que o envolve, onde estão os linfonodos, seguindo um plano anatômico que preserva os nervos. É o padrão mundial para câncer de reto porque reduz a recidiva local e melhora a chance de cura.

Quanto tempo de recuperação depois da cirurgia de câncer no reto?

Internação de 4 a 7 dias e retorno às atividades leves em 3 a 4 semanas. A adaptação do funcionamento intestinal, após o fechamento da ileostomia, leva alguns meses e é acompanhada com dieta e fisioterapia pélvica.

Tumor pequeno no reto pode ser retirado sem abrir o abdômen?

Sim. Lesões iniciais, restritas às camadas superficiais, podem ser removidas por cirurgia transanal minimamente invasiva (TAMIS), com alta em 1 a 2 dias. A análise da peça confirma se o tratamento foi suficiente.

Consultório em Goiânia - Órion Business & Health Complex

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Órion Business & Health Complex

Consultório no Setor Marista, com estrutura moderna para consultas e acompanhamento cirúrgico.

Endereço: Rua 1148, 23º andar, Setor Marista, Goiânia - GO, CEP 74020-101.

Horário: Segunda a sexta, 07:30 às 19:00. Sábado, 08:00 às 12:00.

Telefone: (62) 3121-4611WhatsApp: (62) 99920-9156E-mail: thiagomtredicci@gmail.com

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