Cirurgia no Fígado em Goiânia
Ressecção de tumores e metástases no fígado (hepatectomia), por videolaparoscopia quando indicada, com planejamento por tomografia e volumetria hepática e equipe preparada para cirurgias hepatobiliares complexas.
Tratamento de tumores hepáticos e doenças do fígado com técnica segura e resultados consistentes.
Explicações claras e suporte contínuo em todas as fases do tratamento.
Planejamento cirúrgico detalhado e recuperação assistida com equipe multiprofissional.
Sobre o especialista
Dr. Thiago Miranda Tredicci
Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo.
Experiência em cirurgia no fígado, hepatectomias e tratamento de tumores com avaliação detalhada e planejamento individualizado.
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Veja também as lista completa de cirurgias realizadas em Goiânia.
Conheça o Dr. Thiago Tredicci
Etapas do cuidado: do diagnóstico ao seguimento
Fluxo organizado para cirurgia no fígado em Goiânia, com suporte em todas as fases.
Agendamento da consulta
Contato inicial para organizar avaliação clínica e exames prévios.
Consulta especializada
Investigação de sintomas, histórico e definição da estratégia diagnóstica.
Exames e avaliação
Tomografia, ressonância e exames laboratoriais para definir a melhor conduta.
Planejamento cirúrgico
Definição da técnica, extensão da ressecção e equipe cirúrgica.
Cirurgia no fígado
Hepatectomia ou ressecção segmentar conforme a doença e o estadiamento.
Internação e recuperação
Cuidados hospitalares com equipe multiprofissional e controle de dor.
Alta com orientações
Plano de cuidados, dieta e retorno programado para segurança.
Acompanhamento contínuo
Seguimento cirúrgico e integração com outras especialidades quando necessário.
Quando a cirurgia no fígado é indicada
O fígado é o órgão que mais recebe metástases, principalmente do câncer de intestino, e também abriga tumores próprios, como o hepatocarcinoma, ligado à cirrose e às hepatites B e C. Nem todo nódulo no fígado é câncer: hemangiomas, hiperplasia nodular focal e a maioria dos cistos simples são benignos e só precisam de acompanhamento.
A cirurgia no fígado é indicada quando o tumor pode ser retirado por completo deixando fígado suficiente para o paciente viver bem. Essa é a conta central da cirurgia hepática: retirar tudo o que é doença e preservar pelo menos 25 a 30% do órgão sadio, ou 40% quando o fígado já tem cirrose ou sofreu com a quimioterapia.
Médico que trata do fígado em Goiânia: quem procurar
Exame de imagem mostrou nódulo no fígado, enzimas alteradas no sangue ou o clínico falou em "lesão hepática": qual médico procurar? O hepatologista, que é o gastroenterologista dedicado ao fígado, cuida das doenças clínicas, como hepatites, gordura no fígado e cirrose. Quando a lesão pode precisar de ressecção, quem avalia é o cirurgião do aparelho digestivo com atuação em cirurgia hepatobiliopancreática, a área do Dr. Thiago Tredicci.
Na prática, o mesmo médico costuma acompanhar fígado, vesícula e pâncreas, porque os três órgãos dividem a mesma via biliar e as mesmas técnicas cirúrgicas. Por isso a consulta com o Dr. Thiago serve tanto para o nódulo no fígado quanto para a pedra na vesícula ou o cisto no pâncreas descobertos no mesmo exame.
Hepatectomia: como é feita a cirurgia no fígado
O fígado é dividido em oito segmentos, cada um com sua irrigação. A hepatectomia pode retirar um segmento, dois ou três (setorectomia) ou um lobo inteiro (hepatectomia direita ou esquerda). O cirurgião usa ultrassom durante a operação para localizar os tumores e planejar a linha de corte, e controla o sangramento com clampeamento temporário do fluxo (manobra de Pringle) e dispositivos de energia que selam os vasos.
A videolaparoscopia é adequada para tumores nos segmentos anteriores e para ressecções menores, com menos sangramento, menos dor e alta mais rápida. Hepatectomias maiores ou tumores próximos aos grandes vasos costumam ser feitos por cirurgia aberta, com incisão abaixo das costelas. O Dr. Thiago tem formação em cirurgia hepatobiliopancreática e faz as duas vias, escolhendo conforme cada caso.
Quando o fígado que restaria seria pequeno demais, é possível preparar o órgão antes: a embolização da veia porta do lado doente faz o lado sadio crescer em 4 a 6 semanas, e só então a cirurgia é feita com segurança.
Exames e preparo antes da cirurgia hepática
A tomografia ou ressonância com contraste em fases define o número de lesões, a relação com os vasos e o volume do fígado que vai restar. Exames de sangue avaliam a função hepática, a coagulação e a presença de hepatite viral. Nas metástases de intestino, a discussão com a oncologia define se a quimioterapia vem antes da cirurgia.
A avaliação cardiológica e nutricional completa o preparo. Em pacientes com cirrose, a classificação da doença e a medida da pressão portal decidem se a ressecção é segura ou se o transplante é a melhor opção.
Recuperação após a cirurgia no fígado
A internação vai de 4 a 7 dias, com o primeiro ou segundo dia em UTI nas ressecções maiores. O fígado regenera boa parte do volume em 4 a 6 semanas, período em que a fadiga é o sintoma mais comum. Atividades leves em 2 a 3 semanas; esforço físico após 6 a 8 semanas, conforme os exames de função hepática.
As complicações a observar são o vazamento de bile pela superfície de corte, o acúmulo de líquido e, nas ressecções extensas, a insuficiência hepática transitória, que é o motivo de a volumetria ser tão importante no planejamento. Febre, icterícia ou dor crescente após a alta devem ser comunicadas no mesmo dia.
O seguimento das metástases e do hepatocarcinoma é feito com tomografia ou ressonância a cada 3 a 4 meses nos primeiros dois anos, junto com os marcadores tumorais. Novas lesões podem ser operadas de novo: o fígado admite mais de uma ressecção ao longo dos anos.
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Dúvidas comuns sobre cirurgia no fígado em Goiânia.
Qual médico cuida do fígado?
Doenças clínicas do fígado, como hepatites, gordura e cirrose, são do hepatologista. Nódulos, tumores, metástases e cistos que podem exigir cirurgia são avaliados pelo cirurgião do aparelho digestivo com formação em cirurgia hepatobiliopancreática. Em Goiânia, o Dr. Thiago Tredicci avalia e opera esses casos.
Todo nódulo no fígado precisa de cirurgia?
Não. Hemangioma, hiperplasia nodular focal e cisto simples são benignos e apenas acompanhados. A cirurgia é reservada para tumores malignos, metástases ressecáveis, adenomas grandes e lesões de diagnóstico incerto após ressonância.
Metástase de câncer de intestino no fígado tem tratamento?
Sim. Quando as metástases podem ser retiradas deixando fígado suficiente, a cirurgia oferece chance real de cura, com sobrevida de longo prazo em uma parcela significativa dos pacientes. A quimioterapia antes ou depois faz parte do plano.
Quanto do fígado pode ser retirado?
Até 70 a 75% em um fígado saudável, porque o órgão regenera. Com cirrose ou após muita quimioterapia, o limite é menor. A volumetria por tomografia calcula com precisão o que vai restar antes de decidir.
A cirurgia no fígado pode ser por videolaparoscopia?
Sim, para ressecções menores e tumores em segmentos acessíveis. Reduz sangramento, dor e tempo de internação. Hepatectomias grandes ou próximas aos grandes vasos são feitas por via aberta, por segurança.
Quanto tempo de recuperação a cirurgia no fígado exige?
A internação após uma ressecção hepática fica entre 4 e 7 dias, com o primeiro ou segundo dia em UTI nos casos maiores. O fígado regenera boa parte do volume retirado em 4 a 6 semanas, e é nesse período que a fadiga diminui. Atividades leves em 2 a 3 semanas; esforço físico depois de 6 a 8 semanas, conforme os exames de função hepática.
Qual o valor da cirurgia no fígado?
O valor da cirurgia no fígado depende da extensão da ressecção (segmento, lobo ou hepatectomia maior), da via de acesso (videolaparoscopia ou aberta), do hospital e da necessidade de UTI. Nos casos oncológicos, o plano de saúde cobre o procedimento. O Dr. Thiago atende Unimed e particular e detalha os custos na consulta.
Localização em Goiânia
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