DR. THIAGO MIRANDA TREDICCI

Cirurgia no Fígado em Goiânia

Ressecção de tumores e metástases no fígado (hepatectomia), por videolaparoscopia quando indicada, com planejamento por tomografia e volumetria hepática e equipe preparada para cirurgias hepatobiliares complexas.

15+
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Cirurgia no fígado em Goiânia
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Cirurgia hepática especializada

Tratamento de tumores hepáticos e doenças do fígado com técnica segura e resultados consistentes.

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Atendimento humanizado

Explicações claras e suporte contínuo em todas as fases do tratamento.

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Técnicas modernas

Planejamento cirúrgico detalhado e recuperação assistida com equipe multiprofissional.

Sobre o especialista

Dr. Thiago Miranda Tredicci

Cirurgião do aparelho digestivo em Goiânia, formado pela Universidade Federal de Goiás (UFG), com especialização em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo.

Experiência em cirurgia no fígado, hepatectomias e tratamento de tumores com avaliação detalhada e planejamento individualizado.

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Conheça o Dr. Thiago Tredicci
Dr. Thiago Miranda Tredicci

Etapas do cuidado: do diagnóstico ao seguimento

Fluxo organizado para cirurgia no fígado em Goiânia, com suporte em todas as fases.

1

Agendamento da consulta

Contato inicial para organizar avaliação clínica e exames prévios.

2

Consulta especializada

Investigação de sintomas, histórico e definição da estratégia diagnóstica.

3

Exames e avaliação

Tomografia, ressonância e exames laboratoriais para definir a melhor conduta.

4

Planejamento cirúrgico

Definição da técnica, extensão da ressecção e equipe cirúrgica.

5

Cirurgia no fígado

Hepatectomia ou ressecção segmentar conforme a doença e o estadiamento.

6

Internação e recuperação

Cuidados hospitalares com equipe multiprofissional e controle de dor.

7

Alta com orientações

Plano de cuidados, dieta e retorno programado para segurança.

8

Acompanhamento contínuo

Seguimento cirúrgico e integração com outras especialidades quando necessário.

Quando a cirurgia no fígado é indicada

O fígado é o órgão que mais recebe metástases, principalmente do câncer de intestino, e também abriga tumores próprios, como o hepatocarcinoma, ligado à cirrose e às hepatites B e C. Nem todo nódulo no fígado é câncer: hemangiomas, hiperplasia nodular focal e a maioria dos cistos simples são benignos e só precisam de acompanhamento.

A cirurgia no fígado é indicada quando o tumor pode ser retirado por completo deixando fígado suficiente para o paciente viver bem. Essa é a conta central da cirurgia hepática: retirar tudo o que é doença e preservar pelo menos 25 a 30% do órgão sadio, ou 40% quando o fígado já tem cirrose ou sofreu com a quimioterapia.

Médico que trata do fígado em Goiânia: quem procurar

Exame de imagem mostrou nódulo no fígado, enzimas alteradas no sangue ou o clínico falou em "lesão hepática": qual médico procurar? O hepatologista, que é o gastroenterologista dedicado ao fígado, cuida das doenças clínicas, como hepatites, gordura no fígado e cirrose. Quando a lesão pode precisar de ressecção, quem avalia é o cirurgião do aparelho digestivo com atuação em cirurgia hepatobiliopancreática, a área do Dr. Thiago Tredicci.

Na prática, o mesmo médico costuma acompanhar fígado, vesícula e pâncreas, porque os três órgãos dividem a mesma via biliar e as mesmas técnicas cirúrgicas. Por isso a consulta com o Dr. Thiago serve tanto para o nódulo no fígado quanto para a pedra na vesícula ou o cisto no pâncreas descobertos no mesmo exame.

Hepatectomia: como é feita a cirurgia no fígado

O fígado é dividido em oito segmentos, cada um com sua irrigação. A hepatectomia pode retirar um segmento, dois ou três (setorectomia) ou um lobo inteiro (hepatectomia direita ou esquerda). O cirurgião usa ultrassom durante a operação para localizar os tumores e planejar a linha de corte, e controla o sangramento com clampeamento temporário do fluxo (manobra de Pringle) e dispositivos de energia que selam os vasos.

A videolaparoscopia é adequada para tumores nos segmentos anteriores e para ressecções menores, com menos sangramento, menos dor e alta mais rápida. Hepatectomias maiores ou tumores próximos aos grandes vasos costumam ser feitos por cirurgia aberta, com incisão abaixo das costelas. O Dr. Thiago tem formação em cirurgia hepatobiliopancreática e faz as duas vias, escolhendo conforme cada caso.

Quando o fígado que restaria seria pequeno demais, é possível preparar o órgão antes: a embolização da veia porta do lado doente faz o lado sadio crescer em 4 a 6 semanas, e só então a cirurgia é feita com segurança.

Exames e preparo antes da cirurgia hepática

A tomografia ou ressonância com contraste em fases define o número de lesões, a relação com os vasos e o volume do fígado que vai restar. Exames de sangue avaliam a função hepática, a coagulação e a presença de hepatite viral. Nas metástases de intestino, a discussão com a oncologia define se a quimioterapia vem antes da cirurgia.

A avaliação cardiológica e nutricional completa o preparo. Em pacientes com cirrose, a classificação da doença e a medida da pressão portal decidem se a ressecção é segura ou se o transplante é a melhor opção.

Recuperação após a cirurgia no fígado

A internação vai de 4 a 7 dias, com o primeiro ou segundo dia em UTI nas ressecções maiores. O fígado regenera boa parte do volume em 4 a 6 semanas, período em que a fadiga é o sintoma mais comum. Atividades leves em 2 a 3 semanas; esforço físico após 6 a 8 semanas, conforme os exames de função hepática.

As complicações a observar são o vazamento de bile pela superfície de corte, o acúmulo de líquido e, nas ressecções extensas, a insuficiência hepática transitória, que é o motivo de a volumetria ser tão importante no planejamento. Febre, icterícia ou dor crescente após a alta devem ser comunicadas no mesmo dia.

O seguimento das metástases e do hepatocarcinoma é feito com tomografia ou ressonância a cada 3 a 4 meses nos primeiros dois anos, junto com os marcadores tumorais. Novas lesões podem ser operadas de novo: o fígado admite mais de uma ressecção ao longo dos anos.

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Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre cirurgia no fígado em Goiânia.

Qual médico cuida do fígado?

Doenças clínicas do fígado, como hepatites, gordura e cirrose, são do hepatologista. Nódulos, tumores, metástases e cistos que podem exigir cirurgia são avaliados pelo cirurgião do aparelho digestivo com formação em cirurgia hepatobiliopancreática. Em Goiânia, o Dr. Thiago Tredicci avalia e opera esses casos.

Todo nódulo no fígado precisa de cirurgia?

Não. Hemangioma, hiperplasia nodular focal e cisto simples são benignos e apenas acompanhados. A cirurgia é reservada para tumores malignos, metástases ressecáveis, adenomas grandes e lesões de diagnóstico incerto após ressonância.

Metástase de câncer de intestino no fígado tem tratamento?

Sim. Quando as metástases podem ser retiradas deixando fígado suficiente, a cirurgia oferece chance real de cura, com sobrevida de longo prazo em uma parcela significativa dos pacientes. A quimioterapia antes ou depois faz parte do plano.

Quanto do fígado pode ser retirado?

Até 70 a 75% em um fígado saudável, porque o órgão regenera. Com cirrose ou após muita quimioterapia, o limite é menor. A volumetria por tomografia calcula com precisão o que vai restar antes de decidir.

A cirurgia no fígado pode ser por videolaparoscopia?

Sim, para ressecções menores e tumores em segmentos acessíveis. Reduz sangramento, dor e tempo de internação. Hepatectomias grandes ou próximas aos grandes vasos são feitas por via aberta, por segurança.

Quanto tempo de recuperação a cirurgia no fígado exige?

A internação após uma ressecção hepática fica entre 4 e 7 dias, com o primeiro ou segundo dia em UTI nos casos maiores. O fígado regenera boa parte do volume retirado em 4 a 6 semanas, e é nesse período que a fadiga diminui. Atividades leves em 2 a 3 semanas; esforço físico depois de 6 a 8 semanas, conforme os exames de função hepática.

Qual o valor da cirurgia no fígado?

O valor da cirurgia no fígado depende da extensão da ressecção (segmento, lobo ou hepatectomia maior), da via de acesso (videolaparoscopia ou aberta), do hospital e da necessidade de UTI. Nos casos oncológicos, o plano de saúde cobre o procedimento. O Dr. Thiago atende Unimed e particular e detalha os custos na consulta.

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